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Alunos de Medicina do UNIFAGOC promovem I Simpósio Ubaense de Psiquiatria

Evento marca o início das atividades relacionadas a campanha de conscientização do Setembro Amarelo.


A Liga Acadêmica de Psiquiatria do UNIFAGOC (LAPSIQ), formada pelos alunos do curso de Medicina do Centro Universitário, realizou o I Simpósio Ubaense de Psiquiatria no sábado, 31 de agosto. O evento marca a abertura dos projetos realizados pela LAPSIQ, a respeito da conscientização da prevenção do suicídio e valorização da vida da campanha setembro amarelo.

 


A Liga Acadêmica de Psiquiatria UNIFAGOC  é formada pelos alunos Bruno Oliveira Rezende, Gerson Correa Fernandes, Heloísa Henriques Soares, João Vitor Pimentel, Joice de Fátima Laureano da Silva, Lucca Scolari Goyatá, Letícia Vieira da Silva, Marco Tulio Moura Bastos, Natália Dias Zanelli e Raíssa Maria Mendes de Souza, sob a orientação do professor e coordenador do internato médico de saúde mental do UNIFAGOC, Dr. José de Alencar Ribeiro Neto.

 

Além disso, a iniciativa contou com palestras e mesa redonda voltadas para assuntos como depressão, eletroconvulsoterapia como proposta terapêutica e a psiquiatria em Barbacena. Para falar destes assuntos, os palestrantes convidados foram: o psicólogo Dr. Alexandre Macedo, o neurologista Dr. Tiago Antoniol e os psiquiatras Dra. Carla Barbosa, Dr. José de Alencar, Dr. Jairo Toledo, Dr. Lutero Garcia e Dr. Alex Fabrício de Oliveira.

 


Dr. Jairo Furtado Toledo foi o homenageado do evento. Jairo é ex-presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, ex-presidente da Sociedade Brasileira de História da Medicina (SBHM), ex-presidente da Associação Médica de Barbacena. Além disso, foi diretor do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (FHEMIG) por 16 anos e idealizador e criador do Museu da Loucura e Festival da Loucura em Barbacena.

 

Todas as fotos podem ser visualizadas AQUI

 

“O objetivo do Simpósio foi chamar atenção para grupos de risco quando se trata de depressão e compreender esta patologia. Bem como desmistificar um tratamento inovador que vive cercados por preconceitos que, ao contrário do que a mídia divulga, não é castigo e nem tortura. Portanto: Eletrochoque, não! Eletroconvulsoterapia. Ela salva vidas de pessoas inclusive com alto risco de suicídio o que muitas vezes vem ligado a males psiquicos refratários a tratamento”, destaca a aluna Letícia Vieira.

 

"Nos faltam palavras para descrever o que foi ver esse evento acontecer. Nosso convite agora é para a solidariedade neste mês de valorização da vida. Vamos juntos participar das atividades da campanha", convidam os integrantes da Liga.