Graduação

Afinal, por que o exercício físico é tão importante para pré-vestibulandos?

Publicado em 05/11/2025
por Goya Conteúdo Agência

Jovem jogando tênis ao ar livre, segurando uma raquete e sorrindo durante o movimento, com árvores desfocadas ao fundo.

Estudos, livros, aulas, exercícios, redação… e por aí vai. A lista do dia a dia é longa, né? E a rotina intensa de estudos dos pré-vestibulandos costuma deixar pouco espaço para outras atividades. No entanto, incluir o exercício físico faz a diferença nessa fase – e vamos explicar o porquê!

Além de melhorar a disposição e fortalecer o corpo, o hábito de se exercitar também contribui diretamente para o desempenho cognitivo, a memória e o controle da ansiedade, fatores essenciais para quem está enfrentando essa fase.

Pensando sobre a prática de exercício nessa fase de pré-vestibular, o UNIFAGOC convidou o diretor do curso de Educação Física, Rômulo José Mota Júnior, para responder algumas questões sobre o tema e orientar os estudantes sobre a prática de atividade física durante esse período. Confira!

Como equilibrar os estudos e a atividade física?

Na reta final para o vestibular, muitos estudantes dedicam horas intensas de estudo, tentando absorver o máximo de conteúdo possível. E passar bastante tempo estudando não é um problema, desde que haja uma rotina saudável alinhada com outras atividades

Segundo o professor Rômulo José Mota Júnior, deixar o corpo em movimento pode ser um dos segredos para manter o foco e o equilíbrio durante esse período.

“A estruturação de uma rotina de prática precisa ser pensada com muito cautela, uma vez que nesse processo preparativo todo o tempo é essencial e, ao mesmo tempo, a gente tem a questão da continuidade atrelada ao exercício físico”, explica o professor. Mas dá para ter um exercício físico contínuo!

De acordo com Rômulo, o ideal é que a rotina de treinos seja planejada dentro de uma modalidade com a qual o estudante se identifique e sinta prazer em praticar. “Seguindo as diretrizes, uma duração de pelo menos 30 minutos, cinco dias na semana, já é suficiente para gerar bons resultados”, orienta.

Ele destaca ainda a importância de interromper longos períodos de estudo, que diz respeito àqueles aqueles superiores a quatro horas, com pequenas pausas ativas. Isso porque o exercício ajuda “no processo de reoxigenação do cérebro, na redução do cansaço cognitivo e em outros benefícios mais”.

Qual é o melhor horário para a prática?

Não existe uma regra rígida, mas o professor recomenda que os pré-vestibulandos aproveitem os intervalos entre longos períodos de estudo.

“Cada indivíduo tem o seu ciclo circadiano, mas pensando em uma rotina de aluno que estuda manhã, tarde e noite, o ideal é que ele faça o exercício no final da tarde ou início da noite”, orienta.

Mesmo que o exercício gere cansaço físico, “as próprias secreções hormonais e metabólicas oriundas da prática vão dar a esse corpo uma recarga de energia”, afirma. Dessa forma, o estudante volta aos estudos mais disposto, concentrado e equilibrado.

Todos os exercícios contam – o importante é incluir na rotina!

Há diferentes tipos de exercícios físicos e, segundo Rômulo, “de uma maneira geral, é ideal que o indivíduo se aproveite de todos os tipos de atividades possíveis”. 

Tenho o exercício aeróbio, o resistido e os de flexibilidade. […] Quando a gente pensa nesses tipos de exercícios, especificamente para o processo de preparação e preparação da prova, é importante o candidato entender que cada tipo trará os seus benefícios”, explica. 

Os aeróbicos, como corrida, caminhada ou natação, melhoram a resistência e a oxigenação dos tecidos – “garantindo uma maior atenção e disposição”. Já os exercícios de força, como a musculação ou o treinamento funcional, “são importantes porque garantem uma maior resistência dos músculos”, o que ajuda o estudante a manter a postura durante as longas horas de prova.

Somados aos exercícios de flexibilidade, os diferentes tipos de exercício físico “favorecem uma melhor preparação física e cognitiva para esse tempo de prova, que na maioria das vezes é prolongado”.

Escolha as práticas que mais gosta

Rômulo defende, ainda, que cada estudante encontre o que mais gosta de fazer. “Como uma orientação geral, é recomendado que o indivíduo busque os exercícios que lhe dão mais prazer, que ele tem mais afinidade, isso vai colaborar para que ele se perpetue nessa prática”, diz.

Como comentamos anteriormente, o professor também sugere equilibrar os diferentes tipos de atividades: “Busque exercícios cardiorrespiratórios, como corridas, caminhadas, andar de bicicleta ou nadar; exercícios de força, como o funcional, crossfit ou musculação; e atividades de flexibilidade e respiração, como o pilates.”

Outra alternativa é a prática em grupo, que pode ser um ótimo incentivo. “Ao estar em relação com outras pessoas, você acaba distraindo o foco daquela situação estressora que é o estudo e mantém uma prática constante”, completa.

Quais são os benefícios do exercício físico durante essa fase da vida?

Em meio ao período pré-vestibular, é comum que os estudantes passem longas horas sentados, o que pode levar ao sedentarismo, à fadiga mental e à ansiedade

A prática regular de atividades físicas, mesmo em pequenos intervalos, estimula a oxigenação do cérebro, melhora o foco e ajuda na retenção de informações. Esses benefícios são comprovados por diversas pesquisas na área da saúde.

Ainda, é preciso destacar que o exercício estimula a liberação de endorfina, hormônio associado à sensação de bem-estar, e ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade antes das provas.

Segundo Rômulo, com o tempo, o corpo começa a responder positivamente à prática regular: “O exercício físico, por si só, com o passar do tempo vai gerando respostas orgânicas de mais energia, mais motivação, mais empenho. Ele colabora com a concentração, com o aprendizado, e diminui a sensação de fadiga e cansaço.”

Esses próprios resultados acabam se tornando estímulos para continuar praticando. “A percepção dos benefícios que aquela prática está trazendo faz o estudante entender a compensação do tempo que, entre aspas, vem ‘perdido’ com o exercício”, reforça.

Movimento é preparo

No fim das contas, preparar-se para o vestibular não é só uma questão de livros e simulados. É também cuidar da mente e do corpo. E por isso a prática de exercício físico é tão importante durante esse período

Como conclui Rômulo José Mota Júnior, “as próprias adaptações e mudanças metabólicas que o exercício gera contribuirão para manter o organismo mais oxigenado, o cérebro mais ativo e a resistência física e cognitiva necessárias para enfrentar a prova – e lograr êxitos.”

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